"Eu acredito no vento
mesmo quando não vejo
eu acredito no amor
mesmo quando não o sinto
e eu credito em Deus
mesmo quando
ele permanece calado"

Frase encontrada em parede de um campo de concentração nazista

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

        Uma casa sempre se enche de alegria, quando uma criança nasce....
    Segundo meus pais comigo não foi diferente....
    Nasci em 21 de março..filha de um casal de captares...
                                                             Rafaele Cohen Angelin.... 
                                                       
                                                   

                                                           Cristopher Cohen Angelin

            Minha mãe conta que meu nascimento foi em um dia ensolarado, ela estava sentada no jardim vendo meu pai treinar sua discipula quando sentiu que estava na hora... diz ainda que foi a 1ª vez que viu meu pai chorar.... Segundo ela eu era um bebê rechonchudo,rosado e extremamente chorão, no segundo dia de vida  fiz meu pai dormir fora de casa..pois ele não aguentava mais meus berros e como segundo a tradição da familia no gênesis (nascimento da criança) não pode haver brigas....
           Pertenço a uma linhagem de captares...uma familia antiga que provem de um casal de anjos da 2ª rebelião..seguimos tradições firmes e uma moral impoluta...em minha infância fui treinada por meus pais,em todos os meus aniversários obtinha meus presentes através de charadas e adivinhções..uma verdadeira caça ao tesouro. Preparada para ser uma captare..uma Angelin....
          Aos oito anos minha mãe engravidou novamente, mal pude acreditar quando vi minha irmãzinha ela era rosada e muito risonha, fiquei feliz pois enfim teria com quem brincar.Algum tempo depois  fui apresentada formalmente a meu padrinho..aquele que iria me preparar para ser apresentada a familia como angelin e quem me ensinaria como caçar realmente . Eu já o conhecia ele costumava brincar comigo, seu nome era Dan e ele era irmão de meu pai e de minha mãe, era casado com uma angelin chamada Isabele desde muito pequena lembro que eles vinhan nos visitar,  enquanto sua mulher treinava com meus pais ele brincava comigo foi ele quem me ensinou a montar minha primeira  palavra cruzada e quem mais tarde me ensinaria a lutar na escuridão...
          

                                                                    Isabele Angelin  

                                                                       Dan Angelin
      
        Treinei com ele durante muitos anos um trinamento diversificado logo desenvolvi uma grande força de vontade e uma forte capacidade de raciocínio. Minhas habilidades em combate eram razoáveis adorava espadas e arcos, mas era só isso, nada de especial nada que me diferenciasse, eu me sentia inferior minha irmã 8 anos mais nova ja tinha habilidades bem definidas, meus pais me consolavam dizendo que eu teria muito para evoluir... mas algum tempo depois eu descobri em que eu era boa : 
       Era aniversário de minha mãe ela e meu pai haviam saido para visitar uma prima que havia tido nenêm eu e katherine ficamos sobre a custódia de Dan, ele queria preparar uma surpresa para nossa matriarca então fomos ao mercado comprar algumas flores para decorar a casa ... 


                                     " Vamos comprar rosas azuis... eu sei que ela as adora"
        
      Fomos as compras conversando alegremente, já havíamos escolhido tudo, mas achava que faltava algo, quando lembrou-se que não compra-ra jarros paar colocar as rosas, enquanto ele estava entretido escolhendo as peças Katherine pedira que eu fosse com ela no carro buscar sua boneca, segumos calmamente, ao abrirmos a porta escultamos a voz de Dan gritando: 

                                                        "Nãaaaoooo!!!!!!!!!!!!!!!!"
                    
     Mas ja era tarde, uma labareda nos envolveu, senti Kath agarrar-se em meu corpo, o calor começou a nos consumir e o ar a nos faltar uma forte fisgada em meu estômago...e tudo se apagou... 
     Ao abrir os olhos percebi que respirava, sentia cheiro de queimado mas não sentia dor, tudo estava escuro, Kath vomitava, ao toca-la senti sua pele fria..eu também estava enjoada como se tivesse descido bruscamente 10 andares em um elevador, respirei pela boca para controlar o enjôo, ouvi a voz fraca de Kath dizendo:
-Beth.."cê" sabe onde a gente tá? Cadê o tio Dan? 
     Eu a abraçei,na escuridão meus olhos foram se acostumando, pude ver que eu estava em um lugar conhecido, eu estava no quarto de brincar em minha casa, levantei-me assustada, Kath chorava ajoelhei-me a sua frente e disse tentando parecer calma:
- Estamos em casa Kath, olha só, é o quarto das bonecas... 
    Eu não estava mentindo nós realmente estávamos..peguei em sua pequena mãozinha e tatei ate a porta, ao abri-la  a luz vinda da janela no alto do corredor me ofuscou, mas eu realmente estava em casa. Caminhamos a ermo pela casa, tudo estava como deixamos: O frango que seria para o jantar na pia, a vasilha com o resto de pipoca na mesa da sala, e até mesmo uma boneca de Kath que nós haviamos deixado para derrubar Dan, tudo igual, em minha mente tentava formar uma explicação lógica para aquela siatuação mas falhava miseravelmente então escultamos a voz de nossa mãe nos chamando:
-Beth, Kath...Dan..cadê todo mundo? 
    Katherine correu chorando, mamãe olhou-me assustada em seus olhos eu podia ler confusão e temor tentei falar mas fui interrompida por meu pai que entrou gritando:
- Rafaele..as meninas.. 
    Estancou a nos ver, sua expressão era de terror e elívio, caiu de joelhos ao chão e disse a meia voz:
-Mortas...
    Corri para os braços de meu pai, ele me apertou forte contra o peito, pude percebre que soluçava, o ouvi agradecer a Deus por estarmos vivas, eu continuava confusa, falei sussurando:
-Cadê o tio Dan...?? 
    Meu pai pegou o telefone e discou um número alguns segundos depois ele falava:
-Dan alarme falso..elas estão aqui, seguras e inteiras... sim, sim..venha pra cá...
   Olhei para ele e disse:
-O que aconteceu? 
     Ele afagou meu rosto e disse olhnado para minha mãe:
- Dan ligou-me em prantos, dizendo que seu carro explodira e que as meninas estavam na hora..disse que elas..haviam..morrido. 
   Minha mãe franziu o cenho, eu também não comprendia nada, em um momento o fogo e logo depois estávamos ali, em casa..seguras..intactas. 
   Um portal de abriu e dan saiu dele, seu olhos estavam vermelhos, correu ate min ajoelhando-se a minha frente dando-me um abraço quase quebrando meus ossos..chorava convulsivamente, afaguei seus cabelos e disse sorrindo:
                                                      " Tá tudo bem Tio Dan..."
      Ele sorria mais ao mesmo tempo me olhava confuso...coçou a cabeça e disse:
-Meu amor..como vocês fizeram isso,,o carro exolodiu não sobrou nada...
     Apenas balançei a cabeça negativamente..aquela era um apergunat que eu não tinha resposta, minha mãe aproximou-se, e também me abraçou...vi lágrimas em seus olhos, ela afagou meus cabelos e disse ternamente:
-Que bom que você está aqui, eu não sulportaria viver sem você.
      Eu abraçei forte e pude sentir duas mãozinhas acariciando meu cabelo, Katherine sorria
    Os dias avançaram e continuei sem compreender, mamãe pediu que Isabele lê-se minha mente, ela fez o que foi pedido e sorrindo disse:
-Descobri... É simplesmente maravilhoso.. Rafaele a Beth tem poderes psíquicos...
   Minha mãe estava visivelmente confusa, mas meu pai parecia ter entendido, ele sorriu e disse:
-Beth, feche seus olhos e tente ir pra seu quarto.
    Eu tentei argumentar mas simplesmente fechei meus olhos e em meu pensamento comçei a dizer
-" Quero ir para meu quarto. Quero ir pra meu quarto..." 
    Senti uma fisgada em meu estômago abri os olhos e percebi..eu estava em meu quarto... começei a gargalhar..fechei os olhos e pedi:
-"quero voltar pra sala, quero voltar pra sala.."
    Nova fisgada e eu estava na sala sobre os olhos curiosos de minha mãe e os aplausos entusiasmados de Isabelle.
    Cerca de 6 meses depois descobri o poder de controlar meu corpo chamado Força vital, fo engraçado, eu estava treinando com meu pai quando ele no calor da batalha me golpeou na região do estômago, o sangue começou a escorrer pela ferida aberta, ele apavorou-se, começou a  gritar por minha mãe que ao ver meu estado apavorou-se também, mas eu não sentia dor, toquei a ferida e vi que estava completamente fechada,meus pais também perceberam e com um sorriso minha mãe disse:
-Qual será sua próxima surpresa..
   Atualmente estou com 35 anos e minha mãe Katherine com 27 
                                                               Elizabeth Angelin 

                                                                Katherine Angelin
    
   Nesse anos que passaram desenvolvi meus poderes de psicoportação, telepatia e Força vital, hoje alem de especialista em teleporte e curar-me rapidamente estou treinando a arte da infiltração através de disfarces. 
  Em uma certa manhã dirigi-me a casa de meu padrinho para a sessão diária de treinamento quando ele me recebeu com uma mesa posta e disse qua havia feito tudo sozinho, estranhei de cara Dan não sabia fritar um ovo sequer... 
  


           Comi desconfiada e ao terminármos ele falou sem mais redeios:
                                  

                  Chegou a hora da sua 1ª caçada....o que você precisa saber esta naquela caixa 
 







       Meu coração quase pula do peito, fiquei assustada, pensei que ainda fosse demorar, não discuti apenas
Olhei os  dados..uma criatura sobrenatural maligna estava agindo em uma familia e eu precisava saber quem da familia era a criatura e destrui-lo.... Apenas balançei a cabeça afirmativamente e me levatei dei um beijo em seu rosto que brincou:


                                                                Eu sou casado....
        
         Eu fui saindo, mas em meu coração o medo pesava..eu sabia que aquele momento chegaria..mas tinha medo de falhar... a cada passo dado tentava conter minha respiração..precisava ser forte...a voz de meu padrinho chamando meu nome tirou minha atenção..ele pediu que eu abrisse um armário onde havia várias armas brancas e pediu que eu tirasse um punhal que pertencia a sua mulher...


 A arma era ornamentada e tinha um toque feminina que lhe dava toda a beleza, Dan sorriu antes de eu sair jogou a colher que segurava e o metal bateu contra o punhal, lembrei-me dos cumprimentos dos mosqueteiros e sorri...ele ainda disse:
-Boa sorte...
  Eu abraçaei a arma e sai...sentindo o olhar de Dan pesar em minhas costas.... Respirei fundo..agora era tudo ou nada....


                          
  

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