"Eu acredito no vento
mesmo quando não vejo
eu acredito no amor
mesmo quando não o sinto
e eu credito em Deus
mesmo quando
ele permanece calado"

Frase encontrada em parede de um campo de concentração nazista

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Agora trago até vocês..Cristopher cohen Angelin..meu pai, meu amigo...




                                                             Hoje eu me senti tão triste
                                                                 Mais suave é a vida
                                                      Quando você faz papel de irmão    

   


    



      Hoje eu perdi o sentido
   Já não penso em mais nada
além de anestesiar a minha solidão                                                              

    Na neblina vi o seu sorriso tímido
    Dizendo "assim tá tudo bem"
Vi o seu casaco, abrindo os braços, me acenando
    Como se não existisse, mais ninguém... 




     
                                                      Tudo pode parecer um caos
                                                   Pois quando eu ando sem destino 


Só você me traz
De volta segurando a minha mão

                                                                                                          E agora pode me levar no colo
                                                                                          Feito uma criança, num filme de assombração
                                                                                                     Não posso encostar os pés no chão 


                                                                                               

                                             
Hoje eu me senti tão triste
Já não penso em mais nada além de anestesiar a minha solidão
Na neblina vi o seu sorriso tímido
Dizendo "assim tá tudo bem"
Vi o seu casaco, abrindo os braços, me acenando
Como se não existisse, mais ninguém...

            

                                                                                                                                                                                                                                                                                                       
                                                                                      
                                                                                            Tudo pode parecer um caos
Pois quando eu ando sem destino
                                                                Só você me traz
                                                                                                    De volta segurando a minha mão
E agora pode me levar no colo
                                              Feito uma criança, num filme de assombração
                                                    Não posso encostar os pés no chão 

                                                  E agora pode me levar no colo

                                                                                              Feito uma criança, num filme de assombração
Não posso encostar os pés no chão...
                           
                                                                                                No chão
 

               No chão

terça-feira, 17 de agosto de 2010

1ª Caçada....Part. 1 Demônios,crianças e fatalidades...

        Parti para minha primeira caçada, fui para São paulo capital, reli as fichas dos suspeitos... Uma socialite viuva:


                                                              Alice Martins Conrado

        Sua filha....


                                                                 Andressa Conrado 

         E o segurança da família


       Resolvi iniciar as investigações pela festa que a socialite estava realizando, usando um item que meu pai me dera para disfarçar minha aura e em minha aparência humana disfacei-me de fotógrafa, ao, ler as auras presentes no local logo percebi a presença de diverss criaturas sobrenaturais: de anjos a vampiros... Mas o mais estranho era eu não conseguir ler a aura dos suspeitos, parecia embaçada e confusa, temtei marcá-los mas os seguranças não permitiam minha aproximação, tirei algumas fotos e resolvi investigar o apartamento onde moravam, sai em meu carro e fiz um ritual para ficar invisível, a medida que suabia os andares percebi o ar ficar mais pesado e um medo irracional preencher todo meu ser, como muito esforço prossegui, ao tocar a porta para ler o astral da mesma vi uma cena pavorosa: um homen sendo devorado por cachorros, senti um desespero, minha mente estava cansada e o medo ainda era maior, controlei minhas emoções e tentei novamente com sucesso vi uma homen caido, e  Andressa aproximar-se com seu urso de pelucia, os olhos do brinquedo ficaram vermelhos assim como os olhos do segurança que a-abraçava.
        Tentei arrombar a porta, os primeiros fechos eu consegui mas falhei nos ultimos, uma nova tentativa e a porta estava aberta, ao entrar vi uma imensa névoa negra que prenchia todo o lugar, a névoa era mais expersa no quarto da garotinha, li o astral das paredes e portas vi o segurança sentando a porta da menina fazendo guarda,ao olhar embaixo da cama vi vários ursos rasgados, ao, ler o astral dos mesmos vi a socialite histerica rasgando as pelúcias, fiquei intrigaad, um som chamou minha atenção ao olhar vi uma das bonecas de porcelana da estante caida ao chão:

        
          Aproximei-me da boneca, tentei ler o seu astral mas percebi que seus olhos eram escuros e vazios, fiquei intrigada, repus a boneca em seu lugar na estante e continuei a investigar, como havia arrombado a porta os seguranças vieram fazer a revista, um deles entrou no quarto onde eu estava, para meu espanto outra boneca caiu ao chão, o segurança retirou-a e ficou olhando-a, senti um medo incontrolável, não de ser descoberta afinal estava invisivel, meu medo veio de perceber que o brinquedo estava exercendo uma espécie de controle sobre o homen, ele fitava a boneca seriamente, tentei impedi-lo de sair mas decidi deixar afinal seria estranho demais ele ser impedido pelo nada... deixei que ele saisse, algums minutos depois escultei som de coisas caindo na escada e escutei algums gemidos, ao me aproximar vi o chão banhado em sangue e um dos seguranças mortos, e cena se estandia por todo o percurso da escada, ao tentar passar vi o sangue mover-se, derrepende vi um cão correndo em meio ao sangue e o cão tentava me morder, senti-me sufocar e uma forte dor de cabeça ao recobrar os sentidos estava rescostada na parede ofegando, reabri minhas asas e voltei para o apartamento que estava trancado, mas ao me aproximar para tentar arrombar a porta novamente a mesma abriu-se sozinha, senti um arrepio em minha pele, todo o ambiente pulsava de energia mistica, andei por todos e cômodos e decidi esperar invisivel que a familia chegasse para fazer uma investigação visual do dia-a-dia das mesmas, era arriscado mas não havia outro meio, escondi-me embaixo da cama da garota e esperei, nesse meio tempo as bonecas recomeçaram a cair, percebi que a névoa negra presente na casa as estava derrubando, senti o medo voltar, aproximei-me e tomada de um surto de histerismo passei a rasgar as bonecas com meu punhal, estava desesperada e com medo, aquele lugar era pesado e assustador, sentia medo de morrer... . A família chegou ao entrar no quarto a menina gritou apavorada, a mãe eo segurança aproximaram-se a mulher tomou a criança nos braços enquanto e segurança sacava sua pistola e procurava pela casa, a mulher começou a recolocar as bonecas na estante como se estivessem intactas, ela e garota seguiram para a sala, logo o segurança juntou-se a elas sempre fazendo a escolta, tentei ler os olhos do pequeno urso, na primeira tentativa tive a mesma visão de quando olhei nos olhos das bonecas, sa segunda vez vi sangue e nesse sangue um cachorro de patas grandes e outros latidos de cães se espalhando ao recobrar os sentidos percebi que a nevoa me envolvia, usando água benta eu a repeli e continuei seguindo novamente a névoa me atacou formando o desenho de uma enorme cabeça de cão, tentei repelir novamente com água mas acabei derramando no segurança que virou institivamente e atirou..

         .                         Senti o forte impacto da bala alojando-se em minha testa

                                                    Meus sentidos começaram a se exvair... 

                                                     E naquele momento eu senti a morte....       
                               
        Consegui recobar os sentidos, minha cabeça doía, ouvi passos e percebi que as bonecas estavam andando, quebrando pedaços de seus corpos para usarem como armas contra min, abri minas asas e subi, elas começaram a quebrar umas as outras para arremeçarem os cacos, fui ferida nas pernas mas consegui fugir,minha cabeça doía ainda mais, vooei em dispara rumo ao meu carro parado a porta do prédio, ao entar senti forte alívio como se aquele fosse o último lugar seguro do mundo, tentei limpar minhas feridas, mas não conseguia raciocinar, percebi que a bala alojara-se fundo em minha testa, liguei o carro e dirigi precariamente ate o muquifo que Dan alugara para min, sentia-me cada vez mais cansada e assustada, ao chegar deitei no chão, aquele era meu fim, eu não iria mais acordar....

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Com vocês.... Rafaele Cohen Angelin.... Minha mãe, amiga, e protetora....




Dona desses traiçoeiros
       Sonhos sempre verdadeiros
                                                 
                                                                Oh! Dona desses animais
                                                                Dona dos seus ideais

                                                     
                                                             Pelas ruas onde andas
                                                            Onde mandas todos nós



                                                               Somos sempre mensageiros
                                                                       Esperando tua voz
                                                                 Somos sempre mensageiros
                                                                         Esperando tua voz                                                            

                                                                                                                     
Teus desejos, uma ordem

    Nada é nunca, nunca é não
              Porque tens essa certeza          
                        Dentro do teu coração     
                                                                                               Tan, tan, tan, batem na porta
                                                                                                    Não precisa ver quem é
                                                                                                                Pra sentir a impaciência
                                                                                                                        Do teu pulso de mulher

Um olhar me atira à cama


Um beijo me faz amar

Não levanto, não me escondo

Porque sei que és minha

Dona!!!



Dona desses traiçoeiros

Sonhos sempre verdadeiros

Oh! Dona desses animais

Dona dos seus ideais 

                                                      Não há pedra em teu camin
                                                      Não há ondas no teu mar
                                                      Não há vento ou tempestade
                                                      Que te impeçam de voar  


                                                        Entre a cobra e o passarinho             
                                                           Entre a pomba e o gavião
                                                            Ou teu ódio ou teu carinho                           
                                                           Nos carregam pela mão



                                                              É a moça da Cantiga
                                                              A mulher da Criação
                                                              Umas vezes nossa amiga
                                                             Outras nossa perdição


                                                     O poder que nos levanta
                                                                         A força, que nos faz cair
                                                                                         Qual de nós ainda não sabe
                                                                                                    Que isso tudo te faz
                                                                                                                      Dona! Dona!
                                                                                                                            Dona! Dona! Dona!
      Ao sair da casa de Dan sentia meu coração pesar..uma sensação de desconforto no estômago acompanhado de um forte pavor me invadiam... Sempre soube que este momento chegaria..que um dia eu teria que deixar os braços protetotes de meus pais e padrinhos e seguir meu caminho como uma guerreira..uma captare, uma Angelin... esse sempre foi meu destino, minha sina, minha escolha..mas agora sentia medo..medo de falhar..e principalmente medo de envergonhar minha familia...
 Caminhava lentamente tentando conter minhas lágrimas e acima de tudo tentando manter a postura...        
Cheguei enfrente a porta e entrei..

     Ao deparar-me com a sala de estar de minha casa..a sensação familiar de conforto e segurança invadiu meu ser, eu crescera naquele lugar... aquele era meu paraiso, meu refúgio...onde eu sempre encontraria um lugar pra mim... fechei meus olhos, as recordações do passado eram nítidas..lembrava-me com clareza de fatos bobos, como quando minha mãe contara que eu teria um irmãozinho, cheia de medo que eu deprimisse. E como ficou espantada ao me ver pegar o telefone e ligar para Dan ...


                                   " Tio Dan agola eu ja tenho com quem bincar de caçar!"

          Em outra ocasião lembro claramente de meu 1º voo onde eu saira pela casa  perseguindo a pequena Katherine na época eu estava com 10 anos e ela com 2  que gritava desesperada...
                                              "Manheeeeeee...a Beth tá bincano de Bú!"

        Lembrei dos treinamentos disfarçados de acampamentos onde meu pai e minha mãe "brincavam" de nos deixar sozinhas e disfarçavam-se de monstros e vinham nos assustar.
            "Kath, vou contar até 3: no tres a gente corre. 1..., SOCORROOOOOOOO!!!! MANHEEE UM BIXO!!!!"

        Tantos momentos vividos...percebi tamabém como o tempo passara depressa, Eu ja estava partindo para minha 1ª caçada, Katherine estava treinando e em breve teria a sua..o medo invadiu-me novamente...o que eu faria de hoje em diante? Senti a dor em meu peito aumentar..como eu iria deixar meu lar..como iria suportar dias a fio longe de tudo o que havia construido?  Minha respiração começou a falhar..assim como meus batimentos cardíacos estavam mais acelerados que nunca..apoie-me na parede a beira da escada, depois sentei na mesma acomodando o punhal dado por Dan ao meu lado..sentei abraçando minhas pernas e recostando  minha testa em meus joelhos... a voz de meu pai ao meu lado quase me faz ter um enfarte..ele chegara furtivamente e tinha em suas mãos o punhal e avaliava a arma calmamente...



-Definitivamente,  Isabele tem um ótimo gosto. Arma muito boa..feita em prata..perfeita  para combates corpo-a-corpo e a longa distância principalmente com lupinos e alguns demônios...
    O fitei por alguns instantes... ele continuava avaliando a arma sem me olhar... e continuava a falar...
-Aposto nosso cachorro...que você esta indo caçar...
    Não pude deixar de rir..nós não tinhamos cachorros..mas o riso foi fraco e ele percebeu  franziu o cenho e disse com tom de preoculpação...
-Por que você não esta dando pulos de alegria..eu dei..sua mãe também...aposto que sua irmã também vai dar por que você tem que ser a única "do contra"...
Ele riu..mas ainda sim...disse:
                                                    -Você esta com medo não esta? 
 
  Maneei a cabeça afirmativamente, a tristeza voltando a me sufocar...abaixei  meus olhos e disse:


                                                                     E se eu falhar?

      Tentei continuar a frase... mas minha voz estava embargada e a dor voltava..lacinante e cruel... Meu pai é sulficientemente perceptivo paar notar esse fato e disse acariciando meus cabelos...

- Se você caçar seu inimigo com vontade, amor a DEUS, e respeito por aquilo que você é..você não vai falhar...nunca... é norrmal você sentir-se assim..mas pense em uma coisa... Quantas pessoas você vai deixar de salvar..quantas pessoas vão padecer na mão de criaturas malignas se você cair..apoie-se em sua espada e em seu orgulho como Angelin e como Captare e destrua seu inimigo... e digo mais.. O seu medo pode decidir o seu destino..o seu medo pode destruir o futuro do seu laço... Todas as vezes que levantar sua espada levante-a com a experiência e a certeza de todos aqueles que vieram antes de você...você não luta sozinha..você luta com todos e com cada Angelin existente...
   Sorri...percebi que realmente aquela era a resposta...aquela era a certeza da qual precisava... eu tomei a adaga em minhas mãos e fiz uma prece...uma prece singela... mas ainda assim cheia de fé...
" Senhor Deus...no momento que me preparei para destruir meu inimigo preparei-me para ser destruida por ele...entrego em suas mãos minha alma e minha espada...que a sua luz me guie em todos os meus caminhos"
   Levantei-me e sorri... meu pai por sua vez abriu os braços, eu o abraçei...ficamos assim ate uma voz melodiosa chamando-nos....
-Será que vocês poderiam deixar esse momento fofinho de lado e ajudar-me com esses pacotes?
Minha mãe estava parada junto a porta, trazendo junto com Katherine cerca de 20 pacotes de compras..pareciam felizes e animadas. minha mãe fingia-se de raivosa e Katherine sorria convidando-me para guardar as compras junto com a mesma. Mas meu pai me impediu..e disse animadamente:
- Rafaele..nossa bebezinha esta cresendo..ja vai fazer sua 1ª caçada...
A expressão de surpresa no rosto dela não foi nem um um pouco convincente...mas entrei na brincadeira fingindo que não sabia que ela sabia... ela deu um grito de alegria, deixando cair os pacotes e correndo para me abraçar. Senti-me apertada por 3 pares de braços, afinal Kath também estava lá, como sempre esteve desde que vi seu lindo e rechonchudo rosto nunca mais me senti sozinha e enfim eu entendi...eu não tenho o direito de falhar...eu tenho que voltar para eles... Eu tenho sempre que encontrar o caminho de volta pra casa, mesmo que eu vá ao 9º ciclo do inferno eu tenho que retornar.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

        Uma casa sempre se enche de alegria, quando uma criança nasce....
    Segundo meus pais comigo não foi diferente....
    Nasci em 21 de março..filha de um casal de captares...
                                                             Rafaele Cohen Angelin.... 
                                                       
                                                   

                                                           Cristopher Cohen Angelin

            Minha mãe conta que meu nascimento foi em um dia ensolarado, ela estava sentada no jardim vendo meu pai treinar sua discipula quando sentiu que estava na hora... diz ainda que foi a 1ª vez que viu meu pai chorar.... Segundo ela eu era um bebê rechonchudo,rosado e extremamente chorão, no segundo dia de vida  fiz meu pai dormir fora de casa..pois ele não aguentava mais meus berros e como segundo a tradição da familia no gênesis (nascimento da criança) não pode haver brigas....
           Pertenço a uma linhagem de captares...uma familia antiga que provem de um casal de anjos da 2ª rebelião..seguimos tradições firmes e uma moral impoluta...em minha infância fui treinada por meus pais,em todos os meus aniversários obtinha meus presentes através de charadas e adivinhções..uma verdadeira caça ao tesouro. Preparada para ser uma captare..uma Angelin....
          Aos oito anos minha mãe engravidou novamente, mal pude acreditar quando vi minha irmãzinha ela era rosada e muito risonha, fiquei feliz pois enfim teria com quem brincar.Algum tempo depois  fui apresentada formalmente a meu padrinho..aquele que iria me preparar para ser apresentada a familia como angelin e quem me ensinaria como caçar realmente . Eu já o conhecia ele costumava brincar comigo, seu nome era Dan e ele era irmão de meu pai e de minha mãe, era casado com uma angelin chamada Isabele desde muito pequena lembro que eles vinhan nos visitar,  enquanto sua mulher treinava com meus pais ele brincava comigo foi ele quem me ensinou a montar minha primeira  palavra cruzada e quem mais tarde me ensinaria a lutar na escuridão...
          

                                                                    Isabele Angelin  

                                                                       Dan Angelin
      
        Treinei com ele durante muitos anos um trinamento diversificado logo desenvolvi uma grande força de vontade e uma forte capacidade de raciocínio. Minhas habilidades em combate eram razoáveis adorava espadas e arcos, mas era só isso, nada de especial nada que me diferenciasse, eu me sentia inferior minha irmã 8 anos mais nova ja tinha habilidades bem definidas, meus pais me consolavam dizendo que eu teria muito para evoluir... mas algum tempo depois eu descobri em que eu era boa : 
       Era aniversário de minha mãe ela e meu pai haviam saido para visitar uma prima que havia tido nenêm eu e katherine ficamos sobre a custódia de Dan, ele queria preparar uma surpresa para nossa matriarca então fomos ao mercado comprar algumas flores para decorar a casa ... 


                                     " Vamos comprar rosas azuis... eu sei que ela as adora"
        
      Fomos as compras conversando alegremente, já havíamos escolhido tudo, mas achava que faltava algo, quando lembrou-se que não compra-ra jarros paar colocar as rosas, enquanto ele estava entretido escolhendo as peças Katherine pedira que eu fosse com ela no carro buscar sua boneca, segumos calmamente, ao abrirmos a porta escultamos a voz de Dan gritando: 

                                                        "Nãaaaoooo!!!!!!!!!!!!!!!!"
                    
     Mas ja era tarde, uma labareda nos envolveu, senti Kath agarrar-se em meu corpo, o calor começou a nos consumir e o ar a nos faltar uma forte fisgada em meu estômago...e tudo se apagou... 
     Ao abrir os olhos percebi que respirava, sentia cheiro de queimado mas não sentia dor, tudo estava escuro, Kath vomitava, ao toca-la senti sua pele fria..eu também estava enjoada como se tivesse descido bruscamente 10 andares em um elevador, respirei pela boca para controlar o enjôo, ouvi a voz fraca de Kath dizendo:
-Beth.."cê" sabe onde a gente tá? Cadê o tio Dan? 
     Eu a abraçei,na escuridão meus olhos foram se acostumando, pude ver que eu estava em um lugar conhecido, eu estava no quarto de brincar em minha casa, levantei-me assustada, Kath chorava ajoelhei-me a sua frente e disse tentando parecer calma:
- Estamos em casa Kath, olha só, é o quarto das bonecas... 
    Eu não estava mentindo nós realmente estávamos..peguei em sua pequena mãozinha e tatei ate a porta, ao abri-la  a luz vinda da janela no alto do corredor me ofuscou, mas eu realmente estava em casa. Caminhamos a ermo pela casa, tudo estava como deixamos: O frango que seria para o jantar na pia, a vasilha com o resto de pipoca na mesa da sala, e até mesmo uma boneca de Kath que nós haviamos deixado para derrubar Dan, tudo igual, em minha mente tentava formar uma explicação lógica para aquela siatuação mas falhava miseravelmente então escultamos a voz de nossa mãe nos chamando:
-Beth, Kath...Dan..cadê todo mundo? 
    Katherine correu chorando, mamãe olhou-me assustada em seus olhos eu podia ler confusão e temor tentei falar mas fui interrompida por meu pai que entrou gritando:
- Rafaele..as meninas.. 
    Estancou a nos ver, sua expressão era de terror e elívio, caiu de joelhos ao chão e disse a meia voz:
-Mortas...
    Corri para os braços de meu pai, ele me apertou forte contra o peito, pude percebre que soluçava, o ouvi agradecer a Deus por estarmos vivas, eu continuava confusa, falei sussurando:
-Cadê o tio Dan...?? 
    Meu pai pegou o telefone e discou um número alguns segundos depois ele falava:
-Dan alarme falso..elas estão aqui, seguras e inteiras... sim, sim..venha pra cá...
   Olhei para ele e disse:
-O que aconteceu? 
     Ele afagou meu rosto e disse olhnado para minha mãe:
- Dan ligou-me em prantos, dizendo que seu carro explodira e que as meninas estavam na hora..disse que elas..haviam..morrido. 
   Minha mãe franziu o cenho, eu também não comprendia nada, em um momento o fogo e logo depois estávamos ali, em casa..seguras..intactas. 
   Um portal de abriu e dan saiu dele, seu olhos estavam vermelhos, correu ate min ajoelhando-se a minha frente dando-me um abraço quase quebrando meus ossos..chorava convulsivamente, afaguei seus cabelos e disse sorrindo:
                                                      " Tá tudo bem Tio Dan..."
      Ele sorria mais ao mesmo tempo me olhava confuso...coçou a cabeça e disse:
-Meu amor..como vocês fizeram isso,,o carro exolodiu não sobrou nada...
     Apenas balançei a cabeça negativamente..aquela era um apergunat que eu não tinha resposta, minha mãe aproximou-se, e também me abraçou...vi lágrimas em seus olhos, ela afagou meus cabelos e disse ternamente:
-Que bom que você está aqui, eu não sulportaria viver sem você.
      Eu abraçei forte e pude sentir duas mãozinhas acariciando meu cabelo, Katherine sorria
    Os dias avançaram e continuei sem compreender, mamãe pediu que Isabele lê-se minha mente, ela fez o que foi pedido e sorrindo disse:
-Descobri... É simplesmente maravilhoso.. Rafaele a Beth tem poderes psíquicos...
   Minha mãe estava visivelmente confusa, mas meu pai parecia ter entendido, ele sorriu e disse:
-Beth, feche seus olhos e tente ir pra seu quarto.
    Eu tentei argumentar mas simplesmente fechei meus olhos e em meu pensamento comçei a dizer
-" Quero ir para meu quarto. Quero ir pra meu quarto..." 
    Senti uma fisgada em meu estômago abri os olhos e percebi..eu estava em meu quarto... começei a gargalhar..fechei os olhos e pedi:
-"quero voltar pra sala, quero voltar pra sala.."
    Nova fisgada e eu estava na sala sobre os olhos curiosos de minha mãe e os aplausos entusiasmados de Isabelle.
    Cerca de 6 meses depois descobri o poder de controlar meu corpo chamado Força vital, fo engraçado, eu estava treinando com meu pai quando ele no calor da batalha me golpeou na região do estômago, o sangue começou a escorrer pela ferida aberta, ele apavorou-se, começou a  gritar por minha mãe que ao ver meu estado apavorou-se também, mas eu não sentia dor, toquei a ferida e vi que estava completamente fechada,meus pais também perceberam e com um sorriso minha mãe disse:
-Qual será sua próxima surpresa..
   Atualmente estou com 35 anos e minha mãe Katherine com 27 
                                                               Elizabeth Angelin 

                                                                Katherine Angelin
    
   Nesse anos que passaram desenvolvi meus poderes de psicoportação, telepatia e Força vital, hoje alem de especialista em teleporte e curar-me rapidamente estou treinando a arte da infiltração através de disfarces. 
  Em uma certa manhã dirigi-me a casa de meu padrinho para a sessão diária de treinamento quando ele me recebeu com uma mesa posta e disse qua havia feito tudo sozinho, estranhei de cara Dan não sabia fritar um ovo sequer... 
  


           Comi desconfiada e ao terminármos ele falou sem mais redeios:
                                  

                  Chegou a hora da sua 1ª caçada....o que você precisa saber esta naquela caixa 
 







       Meu coração quase pula do peito, fiquei assustada, pensei que ainda fosse demorar, não discuti apenas
Olhei os  dados..uma criatura sobrenatural maligna estava agindo em uma familia e eu precisava saber quem da familia era a criatura e destrui-lo.... Apenas balançei a cabeça afirmativamente e me levatei dei um beijo em seu rosto que brincou:


                                                                Eu sou casado....
        
         Eu fui saindo, mas em meu coração o medo pesava..eu sabia que aquele momento chegaria..mas tinha medo de falhar... a cada passo dado tentava conter minha respiração..precisava ser forte...a voz de meu padrinho chamando meu nome tirou minha atenção..ele pediu que eu abrisse um armário onde havia várias armas brancas e pediu que eu tirasse um punhal que pertencia a sua mulher...


 A arma era ornamentada e tinha um toque feminina que lhe dava toda a beleza, Dan sorriu antes de eu sair jogou a colher que segurava e o metal bateu contra o punhal, lembrei-me dos cumprimentos dos mosqueteiros e sorri...ele ainda disse:
-Boa sorte...
  Eu abraçaei a arma e sai...sentindo o olhar de Dan pesar em minhas costas.... Respirei fundo..agora era tudo ou nada....